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Kit 3 Livros – Soteriologia, Dunamilogia e Episcopologia

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Categoria

Descrição

LIVRO SOTERIOLOGIA – VOLUME IV
PARTE INTEGRANTE DA ENCICLOPÉDIA DE TEOLOGIA LATINA DI NELSON – VOLUME IV
218 PÁGINAS DE GRANDES REVELAÇÕES!
COMENTÁRIO SOBRE OS MILAGRES DE DEUS!

Predestinação,   ao   invés    de    ocasionar   estabilidade,   era   uma   posição   de predestinação,   ao   invés    de    ocasionar   estabilidade,   era   uma   posição   de  instabilidade.  Porque  a  predestinação  é  predestino.  Pode  ser  aceito, pode  ser  cancelado, pode ser mudado, caso não haja confirmação. A confirmação da predestinação é o atendimento ao chamado. Lendo o texto de Êxodo 40:8-16, vemos que as peças do Tabernáculo, a começar do interior da tenda, foram ungidas. A unção cobriu os móveis do Tabernáculo, que, por sua vez, santificaram o Tabernáculo, quando foram depositados nele (v.9) para ser santo. Este chamado, que é para ser santo, tem uma marca: a unção que os separa definitivamente; o Tabernáculo foi predestinado para ser santo; o Tabernáculo foi escolhido para ser santo. Assim, todos os sacerdotes, roupas e, inclusive, o Tabernáculo foram ungidos. A confirmação da predestinação foi dada quando as peças receberam a unção que as separou definitivamente para operarem como Tabernáculo e sacerdócio.

Lemos, em Êxodo 40:17-33, que a justificação requer operação imediata e plena, isto é, o uso da matéria-prima específica para seu fim próprio. Agora, seguia-se a justificação. A justificação era considerada imputada quando cada peça operasse conforme o propósito para o qual foi conhecida, predestinada e chamada. A justificação era considerada individualmente em cada peça! Quando o Tabernáculo foi levantado e a arca recebeu os seus varais, a sua tampa, que é o propiciatório (o trono da misericórdia), as tábuas do testemunho foram colocadas. Não podemos honrar “arcas” vazias, sem nenhum testemunho, querendo fazer o papel das peças verdadeiras. As arcas são justificadas depois de predestinadas. Sua justificação é proclamada depois de seu serviço sob a ordem de seu serviço. A arca estava justificada com o véu posto.

Sobre a mesa, pôs os pães em ordem, o trigo feito alimento. Perante o Senhor, a mesa estava pronta para operar corretamente com os elementos certos de seu serviço. Quantas mesas há que não servem pão e querem tomar lugar no Santuário com todos os seus direitos?

Depois, o castiçal recebe azeite em frente à mesa, ao lado sul. As coisas do Espírito Santo são feitas com muita modéstia e discrição. A luz se acende! O castiçal por sua vez está aceso, logo, justificado! Em seguida, o altar de ouro é posto e o incenso é colocado sobre ele com todas as suas especiarias aromáticas, conforme a ordem. Ele vai funcionar perfeitamente como fabricante de nuvem para proteger o sacerdote adorador. Está justificado, e o véu foi posto.

No átrio, fora, o altar de holocausto recebe as ofertas de manjares e os sacrifícios, conforme as ordens divinas; está em plena operação. Por fim, a bacia recebe água para lavar! Água, ofertas, azeite, trigo, incenso e testemunho! Todo o material deve ser usado. Todas as peças estão funcionando com o seu material peculiar! Isto é justificação. Agora a coberta é pendurada na porta do pátio. A obra foi acabada. Isto quer dizer que uma única palavra não inclui todos os requisitos para a nossa eleição e funcionamento no Reino de Deus.

Depois que tudo está terminado, depois que sabemos que fomos conhecidos nele antes da fundação do mundo, que fomos predestinados nele para servir no seu Reino, então aceitamos o seu chamado, e somos ungidos definitivamente. Então, começamos a operar corretamente com os elementos certos predeterminados para as necessidades de nosso serviço. Por isso, ele nos justificou. E, agora, aguardamos a glorificação que será conhecida com a sua vinda! Esta glorificação que o seu filho experimentou, em parte na sua transfiguração e plenamente na sua chegada à glória. Esta glorificação encherá toda a nossa casa, todo o nosso tabernáculo, que simboliza também o nosso corpo (2 Co 5:1-5). E, assim, estaremos para sempre com o Senhor.

LIVRO DUNAMILOGIA – VOLUME VI
PARTE INTEGRANTE DA ENCICLOPÉDIA DE TEOLOGIA LATINA DI NELSON – VOLUME VI
296 PÁGINAS DE GRANDES REVELAÇÕES!
COMENTÁRIO SOBRE OS MILAGRES DE DEUS!

Os milagres de Deus acontecem condicionalmente ou incondicionalmente, segundo um propósito, usando pessoas de fé que creiam no seu plano, segundo o testemunho de Deus, a fim de (a) divulgar o seu Nome: Êx 14:14-23; Êx 4:8; Hb 2:4; At 19:11; Dt 4:32; (b) quando clamamos: Dt 26:8; (c) para levantar o nome do seu embaixador: 2 Co 12:12; Mt 26:8; Jo 2:11; At 2:22; (d) por pessoas que não se comprometem com o corpo, mas contribuem de alguma maneira: Mc 9:39; (e) pela pregação da fé, em confirmação à Palavra: Gl 3:5; Rm 15:19; Jo 3:2; (f) segundo o dom de operação de maravilhas concedido: 1 Co 12:10;   (g)  para  testemunho  pessoal:  Dn 4:2;  Jo 6:14; (h) não é dado  a   todos:   1 Co  12:29;   (i)  pode  tardar:   At  4:22; (j) quando mudamos nossas palavras ditas em oração ou em cânticos: em lugar de desafios a Deus (Sl 77:1-9), proclamação e lembrança de seus feitos passados, e relembrança das suas obras antigas: Sl 77:10-20; (k) quando faz parte do grupo que vive de milagre em milagre: Ler Hb 11:32-35.s milagres de Deus acontecem condicionalmente ou incondicionalmente, segundo um propósito, usando pessoas de fé que creiam no seu plano, segundo o testemunho de Deus, a fim de (a) divulgar o seu Nome: Êx 14:14-23; Êx 4:8; Hb 2:4; At 19:11; Dt 4:32; (b) quando clamamos: Dt 26:8; (c) para levantar o nome do seu embaixador: 2 Co 12:12; Mt 26:8; Jo 2:11; At 2:22; (d) por pessoas que não se comprometem com o corpo, mas contribuem de alguma maneira: Mc 9:39; (e) pela pregação da fé, em confirmação à Palavra: Gl 3:5; Rm 15:19; Jo 3:2; (f) segundo o dom de operação de maravilhas concedido: 1 Co 12:10;   (g)  para  testemunho  pessoal:  Dn 4:2;  Jo 6:14; (h) não é dado  a   todos:   1 Co  12:29;   (i)  pode  tardar:   At  4:22; (j) quando mudamos nossas palavras ditas em oração ou em cânticos: em lugar de desafios a Deus (Sl 77:1-9), proclamação e lembrança de seus feitos passados, e relembrança das suas obras antigas: Sl 77:10-20; (k) quando faz parte do grupo que vive de milagre em milagre: Ler Hb 11:32-35.

O que impede seus milagres:
(a) a incredulidade: Mt 13:58; Mc 6:5;
(b) pedir com deboche: Mt 12:38; Jo 2:18;
(c) a omissão, querer passar pelo problema ou a não petição: Ler Hb 11:36-39.

Cidades e pessoas que serão condenadas porque não se converteram com grandes milagres de Deus: Ler Mt 11:20. Este livro servirá de grande bênção para aquele que deseja conhecer e usar os dons de maravilhas que Deus lhe tem dado.

LIVRO EPISCOPOLOGIA – VOLUME VII
PARTE INTEGRANTE DA ENCICLOPÉDIA DE TEOLOGIA LATINA DI NELSON – VOLUME VII
264 PÁGINAS DE GRANDES REVELAÇÕES!
O ministério do homem e da mulher segundo a Bíblia!

Moderado: O bispo que tem  controle  de  si  mesmo  mostra  moderado: O bispo que tem  controle  de  si  mesmo  mostra  pela moderação quem comanda a sua  alma. O  bispo  deve  saber que tudo que for considerado excesso será criticado, mas pela sua moderação será admirado. Os homens pretensiosos chamam a atenção, mas os moderados preferem ser procurados, e esta é uma característica do bispo. A moderação é a oratória do bispo quando fala de si mesmo, que cede, de boa vontade, à atitude dos outros. Quando o ministro é moderado, aumenta o seu mérito. Não é um simples vestido ministerial, é uma armadura. O bispo deve saber que as mulheres estranhas elogiam o homem moderado, mas não o apreciam. A moderação não é um desprezo às virtudes que se tem, mas a valorização delas, pois as virtudes exigidas do bispo são muitas. A moderação é irmã da sensatez e ambas fazem o bispo. O bispo deve saber quando já tem o bastante para não cair no ridículo, bem como deve saber quando parar para não cair nas armadilhas do seu ministério. O bispo deve ter moderação, inclusive, nos seus grandes propósitos por causa da grande porfia de seus colegas, pois a moderação nos seus propósitos é fruto de saber esperar para preparar uma resistência eficaz contra a concorrência, como Davi; pois o segredo da satisfação ministerial é a arte da moderação.

Não espancador: O  bispo  não  é  algoz,  é  ministro  da  paz.  ão espancador: O  bispo  não  é  algoz,  é  ministro  da  paz.  Não é polícia de choque, nem segurança,  nem  guerrilheiro.  O bispo é agente da paz. Com a sabedoria pode vencer a um exército inteiro sem usar nenhuma arma. O exemplo de Cristo na sua paixão é fundamental nos momentos de injustiça. O resultado dessa decisão: Alcançou o gozo proposto, assentou-se à destra de Deus, e foi louvado diante das testemunhas. Alguns momentos o ministro deverá defender a pureza do santuário, mas não poderá fazê-lo sem amarrar o valente. O valente é o diabo. Algumas vezes o ministro deverá mostrar a cara de leão, em lugar da cara de bezerro humilde, mas não deve ser espancador como Hofini (“pugilista”).

Informação adicional

Peso 3 kg
Dimensões 26 x 18 x 6 cm

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