O Significado da Páscoa!
(Artigo publicado na Revista Viver Magazine – Atlanta/ EUA)

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A Páscoa fala da celebração que canta a vitória vívida do povo de Israel no Egito, na ocasião que Deus nocauteou a Faraó, quando Israel foi guardado do juízo dos anjos da morte que sobrevoaram as casas de todos, quando os filhos primogênitos dos escravocratas do Egito morreram e o povo de Deus foi finalmente liberado da escravidão do país mais poderoso da época. Hoje, vivemos em um mundo conturbado em todos os sentidos e, muitas coisas importantes, algumas instituições, outras celebrações mundiais e muitos outros memoriais, perderam o seu valor ou foram maquiados a fim de aplicar sobre eles um sentido mercantilista, em lugar de sua verdade moral, espiritual e pacífica. Por exemplo, ao Natal, em lugar do elemento mais importante que é Cristo, puseram uma pessoa ilusória conhecida como Papai Noel; e em lugar do nascedouro, a lareira. Assim, da mesma forma, à Páscoa deram um sentido comercial e apareceram paralelamente a ela com um ovo e um coelho, sem falar do chocolate em lugar do Sangue do Cordeiro, o qual deveria marcar os umbrais das moradas de nossas famílias a fim de protegê-las no percurso do ano, quando marchamos em busca da bênção da vida, na terra dos viventes. Para o místico mundo, materializar é a ordem mais severa a fim de mercantilizar. Assim, o povo perdeu (1) o seu calor sentimental pouco a pouco neste mundo capitalista, que muda as suas prateleiras a cada três meses enquanto o coração da humanidade continua carente (2) de sentido, (3) de um primeiro amor. As festas espirituais descritas no judaísmo e simbolizadas pelo cristianismo trazem suas verdades morais; logo estão ligadas a uma celebração familiar e não há como escapar desse direito que todos os homens têm: conviver com seus amigos e amados sob uma verdade silenciosa, porém audível ao mesmo tempo: O amor de Deus derramado em nosso favor para a nossa alegria.
 Antes de ler este artigo deve observar 16 pontos importantes: (1) A Páscoa é uma ordem para famílias que se amam e amam a Deus. (2) O animal centra desta celebração é o Cordeiro, que fala de submissão, obediência, inocência e pureza; (3) tinha uma hora para o sacrifício, não era uma festa independente de ordem e obediência; (4) o sangue do cordeiro não poderia ficar na bacia, pois o anjo da morte passaria e todos os primogênitos da casa morreriam, até os animais. Isto quer dizer que não adianta ter a fé em Deus se você não age, não obedece e marca o seu coração com o símbolo do preço que o Cordeiros de Deus pagou por sua vida. (5) A carde no cordeiro deveria ser comida sem levedura e com ervas amargas, isto é, o Cordeiro não era para ser comido por prazer, mas como uma projeção de que o Egito, que representa o lugar de seu sofrimento, não terá mais o prazer de sua presença nem da sua escravidão; o cordeiro sem levedura com as ervas amargas deveriam ser comidos em um só dia, para nos ensinar que não devemos ficar mastigando as nossas experiências negativas, pois elas dever sem engolidas e esquecidas de uma vez. (6) O Cordeiro deveria ser assado completamente, o que quer dizer que devemos confiar completamente em nosso Deus, e não permitir que a nossa fé se apóie em outros pedados de misticismo, deixando de crer em Cristo completamente e na sua obra por nós. (7) O Cordeiro pascal deveria ser comido completamente, e nada dele deveria ser deixado para outro dia; isto quer dizer que nossas experiências na Comunhão com Deus devem ser vividas hoje, e nunca devem ser deixadas para amanhã como se fossem uma escola individual e não uma emergente atitude de livramento (8) A família deveria comer o Cordeiro apressadamente e vestida para sair do local. Nossas experiências com Deus nos preparam para deixarmos a condição de escravos no presente e assim devemos marchar para os nossos novos desafios, custe o que custar. (9) Um sinal do sacrifício, que era a marca do sangue, deveria estar nos umbrais das portas das casas do povo de Deus. Meu testemunho a respeito dele deve ser público para que a minha prosperidade e a minha vitória se tornem públicos. Tenho que anunciar a minha fé. Ele não nos decepcionará e nem nos abandonará. (10) A Páscoa seria uma Celebração memorativa para todas as gerações que nossas famílias inteiras saíram da condição de escravos nesta vida. Era a passagem de Deus por cima da nossa casa a fim de autenticar a nossa confiança nele e o julgamento daqueles que nos fizeram sofrer. (11) A levedura deveria ser removida antes da Celebração, o que significa que não podemos servir a Deus e ao Mundo, à verdade e à mentira; a falta de levedura representava a ausência do povo de Deus no Egito a partir daquele momento; isto é, o Egito ficaria amargo e sem graça, assim também como ficam aqueles que não nos dão valor e nos fazem sofrer quando somos libertos de seu poder: uma pão sem aparência, fraco, amargo e sem-graça. (12) Os dias que antecipavam a Páscoa eram um Grande Sábado, e isso mostra que devemos descansar (confiar) na obra justa que ele fez em nosso favor. Os dias anteriores à Páscoa eram dias de descanso na grande obra que seria feita em favor do povo de Deus. (13) Para ser o Cordeiro da Páscoa exigia-se da família um Cordeiro selecionado; isto significa que nosso Cordeiro é Cristo, o mesmo Cordeiro de Deus. (14) Um elemento conhecido como hissopo que era como uma esponja daquela usado para absorver o sangue antes de passá-lo nos umbrais da porta; este elemento significa a humildade da Palavra de Deus que absorve a vontade de Deus e passa em nossa mente e em nosso coração o sangue do Cordeiro. Os umbrais de nosso ser são a mente e o coração e ambos devem ser marcados pelo sangue do Cordeiro, para que sejamos livres da morte que passa sobre nós sem nos alcançar. Isto é a Páscoa: A ira de Deus alcançando o mundo, passando sobre ele, sem tocar naqueles que estão cobertos pelo sangue redentor do Cordeiro de Deus. (15) O sangue do Cordeiro pascal deveria estar nos umbrais. Não adiantava conhecer o Cordeiro; não adiantava sacrificar o Cordeiro; não adiantava manter em casa o sangue do Cordeiro; não adiantava lambuzar-se do sangue do Cordeiro. Era necessário colocar o sangue nos umbrais da porta. Quando querem viver livres do jugo da morte, mas não colocaram o sangue nos umbrais da sua casa? (16) E, por último, os nossos filhos devem comemorar a Páscoa. É um ato memorativo que nos abençoe e perdura conosco.

A instituição da Páscoa e toda a sua tipologia traz significados atuais aplicados a Cristo e ao seu povo. Hoje a mensagem da Páscoa é revivida mensalmente pela igreja-organismo na Ceia do Senhor.

Na Páscoa cada família deveria tomar o seu cordeiro selecionado porque é uma mensagem que fala da própria experiência. A salvação da morte, do juízo, do mal, da destruição é uma experiência própria, e cada um deve tomar para si o Cordeiro. Mas quanto à família, a experiência serve para todos os seus membros. Um cordeiro deveria ser tomado para cada família. Na Páscoa, se uma família não pudesse comer o cordeiro inteiro, deveria chamar ao seu vizinho, e isto significa que a necessidade da entrega das Boas Novas do evangelho a outros vizinhos; o nosso Cordeiro é grande demais, é Cristo, e quando a família é pequena demais para um cordeiro, conforme o número de almas, os nossos vizinhos devem ser convidados para desfrutar dos seus benefícios também. Deve-se tomar um cordeiro e considerar o vizinho: devemos fazer a evangelização. O nosso Cordeiro pascal será sempre grande para uma família. Na Páscoa, conforme a capacidade de cada um comer, devia-se fazer a conta para o cordeiro. A esperança é tomar em conta, é fazer a conta, é incluir o vizinho, os amigos, os familiares para comungar com o Cordeiro de Deus. Se cada família da fé sempre tomasse em conta a grandeza do Cordeiro, teríamos mais almas saindo do Egito com ela. Quem é o cordeiro? É Cristo. Deve ser apresentado sem defeito, sem pecado. Seu sangue deverá ser aceito. Deve ser macho de um ano e tomado das ovelhas e das cabras. É a semente da mulher sem pecado (Gn 3:15). Não é fruto da vontade da carne, nem do varão. Ele será tomado e será guardado antes da Páscoa. Ele fica no Santuário, é prometido, é dedicado, é profetizado, é esperado. Na Páscoa, o cordeiro ficava cinco dias à espera para ser apresentado, até que toda a assembléia do povo o oferecia. Ele é oferecido em favor de todos, e não em favor de uma única pessoa. A assembleia tem que estar presente, tem que aceitar o seu sacrifício. Deveria ser apresentado à tarde, quando o Senhor Deus visitava o Jardim do Éden, na hora do sacrifício. À tarde o sol se põe, e vai com ela a vida de hoje. Deus vem na viração do dia, tipo da hora da morte de Cristo que foi oferecido à tarde. Com ele foram todos os nossos pecados.

Não basta ter o Cordeiro, deve-se coletar o sangue. Não basta matar o cordeiro e coletar o sangue, tem que marcar nos umbrais da porta com o seu sangue. Os umbrais devem ser marcados. A mensagem da Páscoa fala da oportunidade para marcar os nossos corações com o sangue, para que o anjo do mal não tenha acesso àquilo que é mais importante para nós. O sangue deveria ficar nos umbrais da casa onde se comia o cordeiro. A igreja-organismo deve estar onde se come o cordeiro, deve ter a marca do sangue; e onde houver a marca do sangue não haverá morte. A carne do cordeiro deveria passar pelo fogo. A água é um amortecedor, e o seu sofrimento evapora, não faz humo: nosso sacrifico não é vapor, não é suor humano, tem que ser queimado e produzir cheiro suave, pois não é um vapor; é um holocausto, não é um guisado. O Cordeiro cozido é para ser lamentado, o Cordeiro queimado é para ser elevado, não fica nada dele no altar, a não ser a cinza.

Pães ázimos são aqueles que falam da falta de fermento, falam da integridade do nosso sacrifício e de nossa liberdade; não é conveniente, é real. Não cresce por nossas mentiras, mas existe por causa da nossa realidade. As ervas amargas falam do memorial do sacrifício que passamos nas mãos de Faraó. O cordeiro não deveria ser comigo cru. O cordeiro no altar sem fogo fede, cheira mal; é atitude de pena, de comiseração, de justificações; é sacrifício de Caim, pois foi oferecido quando ele quis. O cordeiro cru é o cordeiro comido por germes, pela corrupção, mas o Messias não foi tocado sequer pela corrupção (At 2:27) porque jamais pecou. O cordeiro não deve ser oferecido cozido. Quando é cozido, permanece. Nosso senhor não é para ser lamentado, mas celebrado. Continua ali, à minha disposição. O cordeiro cozido é para o homem, mas o holocausto (queimado) é para Deus. Não fique cozinhando o seu cordeiro, fazendo vapor, lamentando se deve oferecê-lo ou não. Vença esta luta e ofereça-o. O cordeiro cru é oferecido com pena, sem fogo, sem sacrifício, com direito a reclamações e indagações. Quem oferece o cordeiro cru tem pena de sacrificar a sua oferta completamente, pois sempre está guardando algo para não sofrer a pena.

Cabeça, pernas e fressura oferecidos falam da integridade do sacrifício, pois não representam uma parte do sacrifico, mas a oferta inteira. A mente não está independente da obediência (pernas), e nem a obediência pode ser perfeita a não ser que seja sentida nas entranhas do ofertante, isto é, até que se sinta que o culto foi completo. José de Arimateia  foi a Pilatos e pediu o corpo do Cordeiro para ser sepultado. Ele não poderia ficar ali na cruz. Sepultamento é preparação para a ressurreição. O décimo quinto dia é o dia de comer o cordeiro. O décimo sexto dia é dia de sepultamento. O que fica para outro dia tem que ser sepultado, não pode ser comido. Tire seu Cristo da cruz e dedique-o completamente para Deus. Isto é, seu Cordeiro não pode te inspirar pena, mas deve te levantar, te curar, de prosperar.

Como devemos comer o Cordeiro? Em guerra com os lombos cingidos, lutando contra o mal. Preparado, com sapatos nos pés. Não podemos caminhar sem preparo. Pés calçados representam independência econômica. Sair do Egito preparado. Cajado na mão é uma postura de um líder; isto é, sair do Egito pastoreando nossa família e nossos bens. Não pode ficar nada para trás.

Devemos comer o cordeiro pascal com pressa. Não podemos ficar enrolando nossa decisão por Cristo, e deixar de participar do êxodo de nossa vida e mudar da escravidão para a liberdade em Cristo. A Páscoa do Senhor é comer com pressa, preparado, cingido e profissionalmente funcionando. Ele não pede que deixemos o cajado ao sairmos do Egito, mas pede que saiamos do Egito e levemos nosso cajado profissional. Ter o Cordeiro (crer no Messias) não os salvaria do anjo da morte; matar o cordeiro (ir à igreja-organismo todos os domingos e participar da comunhão) não os salvaria da morte; derramar o sangue do cordeiro (ser batizado e ter pais cristãos) não os salvaria da morte; era necessário marcar os umbrais da porta com o sangue do Cordeiro, isto é, devemos marcar o nosso coração e mente; também os dois umbrais representam a marca de Deus na vida de nossos pais. Marcar os umbrais significa dar testemunho público de que pertencemos à família dos redimidos pelo Sangue precioso do Cordeiro de Deus que é a nossa Páscoa.

O objetivo da ira de Deus são os deuses do Egito, pois o poder da sua ira é muito grande. O sangue é a cobertura que nos livra desta ira. Os primogênitos idolatrados estariam no mesmo nível dos deuses falsos. Eles eram tidos como deuses por seus pais e apresentados diante de Deus como se fossem deuses. Aquilo que toma a maior parte do nosso tempo é o nosso deus. Deus enviará a sua ira contra isso.

Os primogênitos significam a continuidade dos nossos planos, descendência, herança e propósitos. Sem o sangue eles morrerão. O Sangue os guardou até no deserto. Ele não disse que passaria pela porta, mas que passaria por cima. Deus passa por cima da casa. O ato de Deus passar por cima é o mais importante, porque deixa uma cobertura sobre a casa. Deus passa por cima porque há um sinal na porta. O ato de Deus passar por cima é o sinal de perdão, de expiação, de tolerância, de cobertura e de indicação que esta casa está marcada pelo sangue e pela fé. Não haverá praga destruidora entre os habitantes da casa. Entre nós não haverá praga. O resultado do poder do sangue nos umbrais da porta será visto em suas gerações. Dali adiante eles receberiam o resultado do ato de sua fé no sangue do Cordeiro.

Festa se celebra, funeral se lamenta. Devemos entender bem que a Ceia do Senhor é uma celebração. O estatuto perpétuo não é matar o Cordeiro, é lembrar que o sangue foi posto uma vez para sempre nos umbrais das casas. Um tipo do sacrifício na cruz e da Ceia do Senhor, que ficou estabelecida no lugar dos holocaustos. Ao participarmos da Ceia do Senhor, participamos do memorial do sacrifício de Cristo. Aquilo que os profetas e sacerdotes viviam diante do altar, crendo que o Messias viria e morreria na cruz, assim também, nós o vivemos na graça. Através da Ceia do Senhor, podemos olhar para trás e ver que Cristo morreu na cruz em nosso favor.

A festa durava sete dias. A festa não era somente no dia sétimo. A Páscoa era um jejum das delícias. Deus não proíbe comer pão fermentado. Ele está ordenando uma escolha entre o pão levedado e o pão ázimo na ocasião da Páscoa. Amar a Deus é uma escolha entre o prazer, a meditação e a oração. Mas o maior jejum é o jejum das nossas transgressões. A levedura (nesse caso) é um tipo da rebelião. A rebelião elimina a nossa comunhão com o corpo. A rebelião elimina nossos privilégios no corpo. O único trabalho aceito é aquele que se relaciona à provisão da comida que devemos comer; esse trabalho é o nosso memorial na Ceia do Senhor. O sacrifício foi feito por Cristo. Nosso único trabalho é aquele que se relaciona ao nosso culto. Ele faz questão de dizer que até o vigésimo primeiro dia deveriam comer do pão sem levedura.

O número 21 indica liberação dos anjos de Deus nas regiões celestes (Dn 10). Foi no vigésimo primeiro dia que o anjo veio trazer a resposta da oração de Daniel. Tudo aquilo envolvia uma batalha espiritual. O vigésimo primeiro dia é dia de liberação. Deus não trata o seu povo como um bando de animais, Deus trata o seu povo como exércitos, no plural. As várias tribos têm as suas diversidades. Ele respeita esta diversidade. Ele indica também que para enfrentar o deserto de nossa vida e a conquista de Canaã, deveremos nos apresentar como exércitos prontos para a luta. Na terceira semana de sete, na hora da crucificação, na semana da crucificação de Jesus Cristo, o dia 21, à tarde. Nossos dias amargos terminam com o sacrifício do Cordeiro de Deus! O fermento não deveria estar nas casas em dias da festa. Tudo aquilo que atrai a nossa rebelião deve ser tirado do nosso alcance. O membro e o congregado devem ser tratados de igual maneira. Nossa tolerância é zero quanto àquilo que poderia servir de munição para a rebelião. A rebelião aqui é comer pão levedado quando todos comem pães ázimos (amargosos), e comer pães ázimos depois do dia 21. Ele proíbe qualquer coisa levedada para não deixar brecha para alguma justificativa racional.

O trabalho e a responsabilidade da Páscoa deverão estar a cargo dos anciãos dos exércitos. Os anciãos deverão conhecer as suas famílias, pois os cordeiros deverão ser trazidos de acordo com o número de membros de cada família. É uma celebração de famílias diante do altar do Senhor. A festa é por causa de uma marca feita nos dois umbrais da casa. O Antigo e o Novo Testamento estão marcados e alcançados pelo poder do sacrifício de Cristo (Rm 4).

A marca do sangue na mesa não garante salvação se alguém sair rapidamente do interior da casa. Todos devem ficar no interior da casa cujos umbrais foram marcados com o sangue; a comunhão nos abençoa; devemos amar os nossos irmãos. Somente o amanhecer glorioso libera aquele que espera no interior da casa. A esperança não significará nada mais para nós quando amanhecer a Estrela da Manhã. Aqui vemos a prefigura da esperança na ressurreição de Cristo. O objetivo divino é ferir os egípcios e não o povo de Deus. Mas aquele que não tem a marca está sem proteção como qualquer egípcio, ainda que seja parte do povo de Deus. A marca é um sinal de cidadania. O sangue deveria estar na verga da porta e nos dois umbrais. O sangue cobre, fortalece e sustenta. O sangue está no Céu e nos dois Pactos que Deus fez com os homens. No meio cristão o sangue, especialmente na Ceia do Senhor, apregoa de um dos lados do umbral, a respeito do novo Pacto do sangue do Cordeiro de Deus.

Tenha uma feliz Páscoa com a sua família e com os seus vizinhos irmãos.

Por: Dr. Aldery Nelson Rocha

(Editor, tradutor e comentarista das Bíblias Reveladas Versão Dinelson NT e AT. Mais sobre isto no www.hosannabibleschool.com; www.meujesus.com.br)